Central Park Hotel - Rio Claro

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Atender bem, requer compromisso e dedicação. São 98 apartamentos com ar condicionado e closet, além de ambiente de bar, geladeira, salas de estar e jantar, TV à cabo e cofre individual, fazemos à você a proposta de estar bem. Que tal conhecer este lugar? Escolha aonde deseja ir que mostraremos para você. Aqui você terá à sua disposição: - Piscina com deck, sauna completa, recepção informatizada, sistema telefônico com discagem direta, local, interurbana e internacional, lavandeira, estacionamento coberto com total segurança.

Caribe Brasileiro

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Em Santarém, a maior atração são mesmo as praias de águas azuis do Rio Tapajós, o que justifica o apelido de "Caribe brasileiro" dado a Alter do Chão, a mais famosa delas. A distância de Belém a Santarém é verdadeiramente amazônica. Não há estradas. Só se chega após dois dias de barco, ou uma hora e meia de avião. De Santarém, dá para ir até Alter do Chão por terra - são apenas 30 quilômetros. Mas o melhor é seguir pelo rio. No porto, aguarda um barco regional, de aparência rústica mas equipado com radar por satélite e ecobatímetro, que mede a profundidade e mostra os cardumes debaixo d'água. Logo à saída, aparecem botos cor-de-rosa fazendo evoluções em torno do barco.

O Trem do Pantanal voltou

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O retorno do Pantanal Express resgatou parte da história do estado e da memória da gente do Mato Grosso do Sul, principalmente das comunidades situadas ao longo da via férrea, que há anos aguardavam a volta do trem. São 220 quilômetros de pura nostalgia, em um roteiro emoldurado por algumas das mais belas paisagens do mundo. O Pantanal Express parte de Campo Grande rumo à cidade de Miranda, destino final do trajeto. São aproximadamente 7 horas viajando no tempo e percorrendo dezenas de pontos históricos - cada passo testemunhado pela exuberância pantaneira..

Chapada dos Guimarães - Feitiço da Noiva

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O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães está localizado entre o Atlântico e o Pacífico onde se encontra o centro geodésico da América do Sul. Sua paisagem é caracterizada por gigantescas esculturas de pedra, um céu multicolorido e um corredor eletromagnético, o qual atrai muitas pessoas sensitivas, por reunir forças eletromagnéticas, além de ser um antigo pasto de dinossauros há 64 milhões de anos.De maio a setembro há sol o dia inteiro e as trilhas tornam-se completamente acessíveis. Entre dezembro e abril chove muito na região e as trilhas ficam muito perigosas.

Mostrando postagens com marcador Colunista Cassio Ferraz. Mostrar todas as postagens
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Cada vez mais as cidades estão buscando implementar sua política de Segurança Urbana, mas a grande matriz deste processo esta em como fazer, em como institucionalizar um processo se este processo é obrigação do Estado e gera custos e infra-estrutura humana para os municípios. Certamente as cidades cada vez mais estão reféns da Violência Urbana, cada vez cresce mais a criminalidade em seus diferentes aspectos, pois sabemos de antemão que ela não acaba, mas sim, muda, muda de modos operante, de local, em fim vários aspectos que cerceiam cada vez mais o cidadão em viver sem a Violência.

Desta forma os administradores buscam ferramentas para combater seu crescimento, uns implantam Guardas Municipais, outros buscam reforçar o efetivo Policial junto a Secretaria Estadual de Segurança, buscam implantar Sistemas de Vídeo Monitoramento, varias ações que se não se integrarem não serão capazes de combater sozinho o crescimento da Violência Urbana.

Os administradores Municipais têm que se preocuparem com a integração das ações, pois só assim terão sucesso no processo continuo de combate e prevenção da Violência Urbana, não adianta um Sistema Moderno de Vídeo Monitoramento, se as informações que partirem dali não puderem ser despachadas para os agentes que a combatem, que são a Policia Militar, pois o papel da Guarda Municipal em nossa legislação visa cuidar do Patrimônio Público, e também não adianta a implantação de um sistema se não existem regras para o mesmo. Desta forma torna-se necessário cada vez mais a criação de um “Plano Integrados de Segurança Urbana”, como é o caso de: Campinas-SP, Vitória-ES, São Leopoldo-RS, Diadema - SP, São Carlos-SP, que criaram seus Planos e hoje estão reduzindo seus índices de Violência, sem contar que produziram uma ferramenta que contêm conteúdo tanto a nível de Projetos e Metas como regras para implantação das mesmas e seus objetivos.

Hoje existem recursos financeiros disponíveis para os municípios cuidarem destas ações, mas é necessário antes ter Projetos, pois sem o mesmo não se consegue nada, hoje junto ao governo Federal através do SENASP - Secretaria Nacional de Segurança Publica ligada ao Ministério da Justiça temos vários Programas que visam apoiar financeiramente ações no Combate a Violência pelos Municípios, citamos o “PRONASCI” que visa “Articular políticas de segurança com ações sociais; prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias de ordenamento social e segurança pública”.

“A execução do Pronasci se dará por meio de mobilizações policiais e comunitárias. A articulação entre os representantes da sociedade civil e as diferentes forças de segurança – polícia civil e militar, corpo de bombeiros, guarda municipal, secretaria de segurança pública – será realizada pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipais (GGIM). O Pronasci será coordenado por uma secretaria-executiva em nível federal e regionalmente dirigido por uma equipe que atuará junto aos GGIM e tratará da implementação das ações nos municípios”.

“Para garantir a realização das ações no país serão celebrados convênios, contratos, acordos e consórcios com estados, municípios, organizações não-governamentais e organismos internacionais”.

“A instituição responsável pela avaliação e acompanhamento do Programa será a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Além da verificação dos indicadores, ainda será feita a avaliação do contexto econômico e social. O controle mais abrangente do Programa contará com a participação da sociedade”.

Assim sendo hoje existe meios para a implementação das ações de Combate a Violência, mas antes de tudo é preciso que a comunidade esteja envolvida, que o Município crie seus Conselhos Municipais de Segurança – CONSEG e os faça atuantes, pois só assim conseguiremos atingir a participação nas decisões, nas escolhas e na implementação das Políticas Públicas em nossa Cidade.

Por: Cassio José Dias Ferraz
e-mail: cassio.ferraz@globalconsulti.com.br








Transcrevo aqui alguns trechos de relatos que pesquisando encontrei referente à nossa memória ferroviária sobre nossas Estações de  Brotas e Espraiado, este documento esta inserido no portal www.estacoesferroviarias.com.br de autoria do Sr. RALPH MENNUCCI GIESBRECHT que parabenizo pela iniciativa e pioneirismo, “pois precisamos preservar nossas memórias são elas que constroem nosso FUTURO”.



A ESTAÇÃO DE BROTAS: Em 1929, uma retificação do trecho Itirapina-Jaú deslocou a linha do ramal de Jaú para o leito atual, e a nova estação de Brotas, a terceira desde 1885 em um ponto diferente, foi construída fora da cidade, nos limites da zona urbana. A Paulista, desta vez, construiu uma rua pavimentada para atingir a estação. Essa foi a terceira estação da cidade, em três pontos diferentes. Em 1941, a abertura dos trilhos de bitola larga e da eletrificação da linha que agora chegava diretamente a Bauru sem mudança de linha aumentou o movimento da estação. Esteve em estado de abandono durante muitos anos. Recentemente foi reformada pela Prefeitura. "Eu gostava mais de ir a Brotas antigamente. “Eu passei a minha infância indo e vindo de São Paulo para lá, sempre de trem, isto no fim dos anos 50, e durante os 60. Era tudo muito diferente. A gente descia na estação, ainda bem cuidada, e tomava aqueles táxis, na maioria Fordinhos 1929, ainda muito comuns no interior nessa época. O taxi que mais nos levava era de um senhor chamado Miguel Osti. Dali íamos para a fazenda Três Saltos, da família. Cruzávamos a cidade e daí pegávamos a estrada, de terra, cheia de curvas e estreita, no meio do mato. Era lindo, não tinha a estrada de asfalto que tem hoje e vai para Jaú. Tudo mudou, não tem mais graça..." (Andreas José de Albuquerque Schmidt, julho/2000).


Hoje (2006), a estação serve como escritório e o armazém, como depósito, tudo da Prefeitura.



ESPRAIADO: A estação de Espraiado, aberta em 1896, foi substituída pela atual, em 1931, durante a retificação da linha. Esta estação foi construída sobre um enorme aterro, até hoje conhecido por ter sido uma obra monumental para a época. Fica à margem esquerda da estrada que liga o centro de Brotas a Torrinha. Um senhor - "Zé Portador", ex-funcionário da Paulista - ali morava e cuidava da estação, mantendo-a e impedindo que ela fosse saqueada e destruída, com a ajuda de seus cachorros. Segundo ele conta, com lágrimas correndo, ele presenciou a construção da estação, em 1931, bem como da subestação perto. perto. Em 18/2/2007, visitei a estação outra vez. O prédio está quase em ruínas. Zé Portador saiu de lá há cerca de 4-5 anos. Duas famílias moram na antiga casa do chefe, ao lado da estação. Eles contam que depois que ele saiu, tudo ficou abandonado. As janelas, portas e até o piso de madeira foram saqueados. Toda aberta, a velha estação está totalmente vulnerável. O armazém, fechado e ao seu lado, ainda está razoável. A casa do chefe, em bom estado. A cabine de comando está também saqueada. Não há mais nada além do que descrevi ali. As 4-5 casas que existiam além da do chefe foram demolidas. A segunda linha, debaixo de mato, impede que ali sejam feitos cruzamentos de trens. Os postes de eletrificação, de remoção muito difícil devido à profundidade em que suas bases estão enterradas, permanecem ali ao longo da linha, como um monumento à incompetência de quem acabou com a eletrificação na linha. O senhor que mora com a família afirma que está tentando a compra do terreno e das casas (estação, armazém, cabine de controle e casa do chefe). Enquanto conversamos na plataforma, junto à estação, chega um auto de linha com um reboque, vazio. O auto ainda mantém a inscrição e pintura da Fepasa, desaparecida já há 9 anos. Os dois ocupantes, que seguem para Itirapina, diz que são da empresa que faz a manutenção do trecho entre Itirapina e Ave Maria, para a ALL, atual concessionária do trecho. Param ali para bater papo, mesmo. Afirmam que no trecho podem correr até 120 km/hora, mas mantém uma média de 80 e em alguns pontos, muito menos, devido às condições da linha, passagem por vilas, etc. Ficam um pouco ali e partem. A cerca de 200 metros, mais afastado, no sentido sul, a velha subestação, depredada, e a ruína de algumas pequenas casas ferroviárias. Desta vez não tirei fotografias. Não estava com a máquina, mas, diante do que vi, nem tive vontade.

Precisamos preservar nossa memória, pois somente ela fará com que nossos filhos e netos resgatem estórias e historias de um passado, que não tão distante, ajude a construir um futuro também não tão distante.

Cassio José Dias Ferraz
e-mail: cassio.ferraz@globalconsulti.com.br










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